quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Oito meses de puro amor e sua crise...
Oi gente! Tudo bem com vocês? Espero que sim!... Por aqui está tudo caminhando na santa paz de Deus!É mais ou menos isso! Hoje venho aqui dividir com vocês que ontem minha doce Diana completou 8 meses de vida! Oito(8) meses de puro amor!... E em vez de ser nós a presentiá-la foi a Di que nos presentiou a nós! É foi isso mesmo que vocês leram! Acordei fui tratar das minhas coisas na espera que a Di acordasse. Acordou fiz lhe a higiêne matinal, dei muitos miminhos , o pequeno almoço e a coloquei no tapete da sala para brincar como de costume e de-repente a Sô dona Diana começa a gatinhar do nada atrás de um brinquedo que estava mais distante. Pensei comigo, olha só para isso, até ontem puxava por ela e nada, hoje do nada me começa a gatinhar, malandreca essa minha princesa!... Pois é parecia que queria dizer com atitudes que tinha feito mesversário e que ja era uma menina crescida. Olha pá mim ja sei gatinhar! Fiquei tão feliz que só me apetecia enche-la de beijos. As manas chegaram da escola e quando souberam da novidade foi uma festa, elas ficam emocionadas com todas as evoluções que a pequenina apresenta. É tão lindo de ver!
Mas como nem tudo é flores, venho falar de uma fase que minha pequenina e EU andamos a enfrentar, e pelo que pesquisei a Diana está a passar pela crise dos 8 meses! A Di que sempre foi uma bebê calma agora anda mais chorona e a querer colo, voltou a comer de três em três horas e a acordar durante a noite, coisa que ja não acontecia desde os seus 2 meses! Ufa! tem sido complicado mas o Amor é mais forte e as evoluções que nossa bebê vem apresentando dia após dia nos faz esquecer todo o resto, A Di faz as delícias de todos cá em casa! E isso compensa tudo!!!
Aqui em baixo deixo um texto explicando sobre a crise dos 8 meses e algumas dicas que eu estou colocando em prática e se você estiver a passar pelo mesmo dê uma olhada, quem sabe não está aí a resposta para seu problema...
A crise dos 8 meses
(Texto retirado do livro ‘No-Cry Separation Anxiety Solution: Gentle Ways to Make Good-Bye Easy from Six Months to Six Years’ de Elizabeth Pantley (Editora McGraw-Hill, 2010).
A famosa crise dos 8 meses se dá porque o bebê desta idade apresenta novas reações à ausência materna, este sentimento de separação da mãe ocorre quando o bebê descobre que ele e a mãe são indivíduos distintos e não uma unidade.
A partir do momento que bebês tomam ciência do mundo ao seu redor eles começam a formar relações importantes com as pessoas em suas vidas. Eles aprendem rapidamente que certas pessoas são vitais para sua felicidade e sobrevivência. Bebês não tem a habilidade de entender como o mundo funciona, então eles não sabem o que faz essas pessoas aparecerem e desaparecerem. Quando as pessoas especiais para eles não estão a vista, eles não tem como saber que seus amados sumiram para sempre, e então eles expressam sua preocupação da maneira usual: chorando e se agarrando.
Outra consideração que deve ser feita é que essa separação e angústia são extremamente saudáveis e necessárias ao desenvolvimetno do bebê. A figura do pai entra de vez nessa relação, trazendo ao filho uma amplitude de relacionamento.
A partir do momento que bebês tomam ciência do mundo ao seu redor eles começam a formar relações importantes com as pessoas em suas vidas. Eles aprendem rapidamente que certas pessoas são vitais para sua felicidade e sobrevivência. Bebês não tem a habilidade de entender como o mundo funciona, então eles não sabem o que faz essas pessoas aparecerem e desaparecerem. Quando as pessoas especiais para eles não estão a vista, eles não tem como saber que seus amados sumiram para sempre, e então eles expressam sua preocupação da maneira usual: chorando e se agarrando.
Outra consideração que deve ser feita é que essa separação e angústia são extremamente saudáveis e necessárias ao desenvolvimetno do bebê. A figura do pai entra de vez nessa relação, trazendo ao filho uma amplitude de relacionamento.
O pai participa dos cuidados com o filho, brinca com ele, o alimenta, demonstrando que os cuidados de pai e de mãe são parecido mas possuem algumas diferenças.
Aqui algumas dicas de como ajudar seu bebê a se adaptar a situações de separação sem ansiedade.
1- Pratique separações rápidas e diárias
1- Pratique separações rápidas e diárias
Durante seus dias juntos crie oportunidades de expor seu bebê a separações visuais breves, seguras e rápidas (brincar de esconder o rosto e logo reaparecer é ótimo, eles adoram!). Esse processo é particularlmente útil para bebês super grudados ou ‘high needs’, que precisam estar muito perto de você o tempo todo. Comece incentivando que seu bebê brinque com um brinquedo interessante ou outra pessoa. Quando seu bebê estiver feliz e distraído com o brinquedo ou pessoa, caminhe calmamente e lentamente para outro quarto. Assobie, cante, murmure uma canção ou fale, de modo que seu bebê sabia que você ainda está por perto, mesmo que não possa te ver. Pratique essas separações breves algumas vezes ao dia numa variedade de situações diferentes.
2- Evite a transferência de colo para colo
É muito comum passar o bebê do colo de um cuidador para outro. O problema é que cria ansiedade no bebê sair da segurança dos braços da mãe e ser fisicamente transferido para os braços de outra pessoa que lhe é menos familiar. Essa separação física é a mais extrema na mente do bebê e que mais traz ansiedade de separação.
Para reduzir as sensações físicas de ansiedade que são produzidas na transferência de um bebê dos braços de uma pessoa para outra, faça a mudança com seu bebê num lugar neutro, como o bebê brincando no chão ou sentado numa cadeirinha, cadeirão de alimentação ou bebê conforto. Peça para o cuidador sentar do lado de seu bebê e interagir com ele, enquanto isso você fala um ‘tchau’ rápido porém positivo, num tom feliz. Assim que você sair é um bom momento para o cuidador pegar seu bebê no colo.
A vantagem é que o cuidador vai ser colocado na posição de ‘salvador’ e isso pode ajudá-los nessa relação.
3- Entenda a ansiedade de separação como um sinal positivo!
É perfeitamente normal- até maravilhoso- que seu filho tenha esse bom apego e que ele/ela desejem essa proximidade contigo e sua presença constante.
Parabéns!!: isso é evidência de que o laço afetivo que você criou desde o início está seguro.
Então ignore educamente as pessoas que te dizem o oposto.
Relaxar em suas expectativas de independência certamente irá ajudar seu bebê a relaxar também e a ter menos ansiedades nas horas de separação entre vocês.
Parabéns!!: isso é evidência de que o laço afetivo que você criou desde o início está seguro.
Então ignore educamente as pessoas que te dizem o oposto.
Relaxar em suas expectativas de independência certamente irá ajudar seu bebê a relaxar também e a ter menos ansiedades nas horas de separação entre vocês.
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Espero que gostem! E já agora tem alguém passando ou que já passou por isso? Demorou muito pra tudo voltar ao normal?? Conte pra gente!!!
Beijos,
Dani
sábado, 6 de outubro de 2012
Acorda! Filhos não salvam casamentos!
Oi, gente!É sobre esse assunto que irei falar aqui hoje, com muita pena minha por sinal! Hoje tive que dar um "acorda menina" em uma pessoa muito querida e por consequencia trouxe o assunto aqui para o blog. Com certeza vocês conhecem casais que apostam que mais um filho salva um casamento em crise e em decadência. Com certeza conhecem mulheres que fazem de tudo para engravidar acreditando que, com um bebê em casa, o marido não vai embora. Sendo assim, com certeza conhecem também muitos bebês que tem meses de idade e que vivenciam o drama que é a separação de um casal.
Gente, é o que todo mundo sabe: um bebê aproxima ainda mais um casal que está bem e afasta de vez um casal em crise. Digo isso por experiência própria já que, há quase oito meses estou com um bebê em casa, minha filha Diana. Ela foi muito desejada por nós dois, a gravidez foi planejada. Queríamos mesmo ter outro filho. Curtimos muito a gravidez, cada ecogafia.
Mesmo assim não foi nada fácil os primeiros meses. Bebês recém-nascidos dão muito trabalho. Muitos tem cólicas, outros não dormem direito, outros choram muito. Tudo isso gera um stress louco na casa, só quem vive ou viveu isso sabe do que eu estou falando. As pessoas ficam com os nervos a flor da pele.
Só para terem uma idéia eu e meu J só a pouco tempo atrás conseguimos voltar a ter uma vida sexual satisfastória, risos, mas é verdade! antes entravamos no clima e tinhamos que nos despachar logo, pois senão a bebê poderia acordar e estragar tudo! E fora todas as outras coisas que muda na nossa vida com a chegada de um bebê!
Sendo assim, só um" casamento" firme se sustenta. Só um "casamento" com bons alicerces não acaba em ruínas. O que já está ruim vai pro buraco de vez! As pessoas ficam cansadas, sobra pouco tempo pro casal, imagine tudo isso em meio a uma crise, quando um dos dois já pensava na separação?
Sei que esse tema é batido, a teoria todo mundo sabe. Mas, em pleno século 21 ainda vejo isso acontecer muito por aí e me pergunto: as pessoas ainda acreditam que um filho salva um casamento?
O que salva um casamento é o amor. Se o amor existir, tudo passa a ser secundário. A crise vai embora e tudo volta ao normal. Se ele não existir mais, nada resolve. Muito menos filho. E na sua opinião, filhos salvam casamento? Venha cá nos contar, adoraria saber!
Um beijo
Dani
domingo, 30 de setembro de 2012
CHUCHA, ALIADA OU INIMIGA?
Oi ! Hoje vim falar sobre um assunto digamos que complicado! A Chucha! Tem coisa que dê um nó maior na cabeça de uma mãe do que a chucha? Fala sério! Se a gente opta por usar, tem que se preocupar com os dentes da criança, com as críticas, com o dia dramático de tirar...
Bom, eu optei por dar chucha a todas as minhas filhas. Recebi críticas, claro, mas não sei se já disse aqui que filho cada um cria do seu jeito! Pois é...Quando a Isabela começou a chuchar no dedo, conversei com a minha pediatra na época e ela disse: "chucha é melhor do que dedo, porque chucha a gente troca por uma prenda no Natal". Tomei minha decisão e dei a chucha pra Isa, mas de nada adiantou, sempre preferiu o dedo. Depois disso nunca mais cometi o mesmo erro . Logo de cara, nasceu chucha na boca! E como a chucha acalma!Até parece magia! Na minha humilde opinião crianças que usam a chucha dormem muito melhor e esquecem de colocar o dedo na boca. Mas, e depois? Como ficará os dentinhos? Será que vão ter que usar aparelho no futuro? Penso que sim, pelo menos cá em casa vão usar sim, mas não só por causa da chucha e sim pelo seu uso excessivo.
A Isa nunca chegou a usar a chucha! sempre chuchou no dedo e mesmo assim terá que usar aparelho nos dentes e a Letícia de 9 anos também terá que usar e usou a chucha, até aos 3 anos mais ou menos.
Agora com a Diana, minha dentista me tranquilizou dizendo que hoje em dia muitas chuchas são quase inofensivas, desde que usadas com moderação. Tento que a Di só use a chucha para dormir e tem que ser ortodôntica, mas isso não é problema, pois estas tais chuchas ortodôntica estão a venda em qualquer farmácia. Mais para a frente vou levá-la ao dentista para ver se os dentinhos(que ainda nem os tem) estarão sendo afetados. Se Deus quiser, não vão estar! Até porque acho que antes dos dois anos vou conseguir tirar a chucha.
Sempre que falo em tirar a chucha me lembro de como tirei a chucha da Letícia! Tomei coragem e tirei a chucha da Leti numa viagem. Na verdade ela é que foi a corajosa e, durante a viagem, decidiu jogar a chucha na sanita para copiar uma amiga. Resultado: a noite foi um caos, mas fiquei firme e, no dia seguinte, ela nem pediu o utensílio. Fofa, né!
Eu sei, nem sempre é assim, tão fácil. Aliás, como foi a experiência de vocês? O que vocês indicam pra quem está nessa situação? Me contem, adoro saber! Esse espaço é pra trocarmos experiências, lembram?
Beijos,
Dani
Dani
terça-feira, 25 de setembro de 2012
TARDE GOSTOSA E RECORDAÇÃO PARA A VIDA
Oi ! Hoje vou postar umas fotos minha com a Di.
As fotos foram tiradas aqui em casa numa tarde de sábado. Aproveitamos o momento para eternizar os 6 meses da minha linda bebê e a fotografa foi minha filha Izabella de 10 anos, em principio era uma brincadeira, mas que deu super certo! Adorei o resultado! Confira você também e veja se gosta ;-).
Mamã e bebe Di, olha só o brilho nos meus olhos.... é felicidade!
Diana, my princess
Mamã e eu temos uma ligação de muito amor , amor este maior do mundo!
Enfim é isso gente! Espero muito que tenham gostado!Um beijo,
Dani
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
SAUDADE DE SER EU MESMA
Você vai ler aqui pensamentos que muitas mães têm e sofrem por tê-los - mesmo que por milésimos de segundos. Basta um flash dessas coisas em nossa cabeça que, pronto! A culpa se instala e nos faz sentir mal.
A Diana foi a coisa mais maravilhosa que aconteceu na minha vida nestes últimos tempos . Não consigo mais imaginar minha vida sem ela. Sem seu sorriso, seu jeito todo “engraçado” e até seu chorinho nas madrugadas ( que já é raro)...eu não conseguiria viver.
Só que tem hora que bate uma saudade da vida de antes....Bate uma saudade de ser só mulher e viver vida de casal sem hora para dormir, sem hora para acordar, sem hora para chegar em casa...
Bate uma invejinha (ôooooooooo se bate) das pessoas que usam e abusam da sua "avulsice" e podem fazer happy hour, podem ocupar suas 24h como bem entendem, podem ser profissionais mais presentes...
Todo mundo fala do trabalho que dá ter um filho bebê, mas a dimensão mesmo você só tem vivendo a experiência. É tanta doação, tanta entrega... E eu que já estava com minhas filhas mais velhas numa fase em que ambas já se encontravam tão mais independentes de mim, enfim, a vida é mesma feita de escolhas...
Se eu penso que minha vida era mais fácil antes? Sim, penso. Se eu me arrependo? Não. Nem um pouco. Sabe por que não? Porque com um filho, nasce também o maior amor do mundo. Esse amor é tão grande que te faz vencer qualquer instinto menos iluminado, qualquer sentimento conflitante.
Uma vez, ouvi que um filho faz com que nos tornemos pessoas melhores. E é a mais pura verdade. Somente por um filho, somos capazes de vencer nosso lado sombra, dia a dia. Só esse amor pode nos faz vencer o egoísmo, o orgulho e a vaidade - as mazelas da alma.
Enfim, este post é meio que um desabafo! Obrigada por me permitirem dividir isto com vocês!
Beijos
Dani
A Diana foi a coisa mais maravilhosa que aconteceu na minha vida nestes últimos tempos . Não consigo mais imaginar minha vida sem ela. Sem seu sorriso, seu jeito todo “engraçado” e até seu chorinho nas madrugadas ( que já é raro)...eu não conseguiria viver.
Só que tem hora que bate uma saudade da vida de antes....Bate uma saudade de ser só mulher e viver vida de casal sem hora para dormir, sem hora para acordar, sem hora para chegar em casa...
Bate uma invejinha (ôooooooooo se bate) das pessoas que usam e abusam da sua "avulsice" e podem fazer happy hour, podem ocupar suas 24h como bem entendem, podem ser profissionais mais presentes...
Todo mundo fala do trabalho que dá ter um filho bebê, mas a dimensão mesmo você só tem vivendo a experiência. É tanta doação, tanta entrega... E eu que já estava com minhas filhas mais velhas numa fase em que ambas já se encontravam tão mais independentes de mim, enfim, a vida é mesma feita de escolhas...
Se eu penso que minha vida era mais fácil antes? Sim, penso. Se eu me arrependo? Não. Nem um pouco. Sabe por que não? Porque com um filho, nasce também o maior amor do mundo. Esse amor é tão grande que te faz vencer qualquer instinto menos iluminado, qualquer sentimento conflitante.
Uma vez, ouvi que um filho faz com que nos tornemos pessoas melhores. E é a mais pura verdade. Somente por um filho, somos capazes de vencer nosso lado sombra, dia a dia. Só esse amor pode nos faz vencer o egoísmo, o orgulho e a vaidade - as mazelas da alma.
Enfim, este post é meio que um desabafo! Obrigada por me permitirem dividir isto com vocês!
Beijos
Dani
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Oi gente! Que legal que vamos ter mais um espaço pra trocar ideias, né? Pois a partir de hoje a gente vai...

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